quarta-feira, 19 de setembro de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Os larápios e os actuais falsos governantes
Enquanto não se vir neste país estes fulanos todos julgados escusamos de ter qualquer tipo de esperança. Porque até pode melhorar momentaneamente mas logo a seguir vem outros criminosos arruinar tudo de novo.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Magia maior
Apesar de não me faltarem motivos para escrever tenho estado tão inebriada a viver cada segundo que a vontade de vir até ao computador é muito pouca.
A todas que possam estar a pensar no assunto só posso aconselhar vivamente, pois não há magia maior. E Não só não há magia maior como cresce o encanto a cada nova descoberta.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Escrita Criativa - Campeonato Nacional
É com orgulho que apresento aqui o texto escrito pela minha amiga Ju, que no Campeonato Nacional de Escrita Criativa, tinha o desafio de pegar num poema e a partir do último verso construir um texto que podia ou não ser poesia.
Parabéns pelo prémio!
9ª Edição: 3ª Jornada - Texto Vencedor
por Joana Lisboa
Frente a frente
Nada podeis contra o amor,
Contra a cor da folhagem,
contra a carícia da espuma,
contra a luz, nada podeis.
Podeis dar-nos a morte,
a mais vil, isso podeis
- e é tão pouco!
Eugénio de Andrade
E é tão pouco!
O espaço que fica
entre mim e o vazio,
que enregela a mão
o vento e o próprio frio.
O presente perdido
entre o ontem e o infinito
provocando saudade
no sonho que imito.
E é tão pouca
a vida que me
pertence,
que se descola do
mundo e se arrepende
nos passos precisos
dos dias
escoados por horas
gastas polidas…
E é tão pouco
o gosto que se
sente
no dia que corre
para um futuro que é sempre presente
e que mente.
E é tão pouco
o alcance da nossa
visão
que não ultrapassa
onde toca a nossa mão
encerrada que tenta
agarrar
fazendo força, a
luz do luar.
Tão pouca
a saliva que ficou
dos teus beijos
diluída em sabão e
bocejos.
a carne que te dei
presa agora a mim
por um nem sei
e é tão pouco
o chão que me
prende
o céu que me cobre
o ar que respiro
como a riqueza de
um pobre
como a lucidez de
um louco
como a tinta de um
livro
mais que quase nada
um pouco
e como esse pouco é
tanto
com esse pouco me
fico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

